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Tecnologias SCHWING atraem público na Fenasan 2014

Enviado em: 07/08/2014 às 00:08:03

Novidades como a bomba de pistão, a prensa para desaguamento de lodo residual e o higienizador de lodo desidratado agregam benefícios e reduzem custos

Reduzir custos sem comprometer a eficiência dos resultados é o maior desafio para as empresas de saneamento e tratamento de esgoto, em qualquer parte do mundo. A boa notícia é que, durante a Fenasan 2014, realizada de 30 de julho a 1º de agosto, em São Paulo, a SCHWING-Stetter Brasil mostrou ao mercado que isso é possível, basta utilizar a tecnologia, serviço e projeto adequados.

A empresa apresentou novidades como os equipamentos que fazem a desidratação e higienização do lodo residual, além do bombeamento e transporte por tubulação desse lodo em seu estado original, sem adição de polímeros. “A bomba de pistão deixou os visitantes interessados, muitos ainda não conheciam esse sistema capaz de bombear o lodo sem a necessidade de adicionar polímeros”, conta o engenheiro de vendas da empresa, Ralf Mota de Oliveira.

A prensa para desaguamento de lodo desidratado foi outro atrativo apresentado pela SCHWING-Stetter, como uma solução viável de otimizar custo/ benefício nos projetos, principalmente quando comparada a outros sistemas tradicionais. Ela trabalha com uma revolução por minuto (1 rpm), enquanto as centrífugas, por exemplo, giram a 3000 rpm.

De acordo com o departamento de bombas de pistão da área industrial da SCHWING-Stetter Brasil, isso significa redução no consumo de energia elétrica e menor desgaste de peças, reduzindo o custo operacional para os clientes, já que esses são os principais custos nesse setor. O mesmo se aplica para as bombas helicoidais, que exigem muitas peças de reposição devido ao grande desgaste. Na verdade, essas bombas não são adequadas para aplicações que exijam pressão acima de 10 bar, em bombeamento de lodo desidratado.

Solução sem necessidade de adicionar polímeros

O grande benefício para esse setor é, sem dúvida, poder bombear o lodo resultante do sistema de desaguamento sem adicionar polímeros, nem precisar de tubulações com grandes dimensões (grande diâmetro).

Os especialistas da área defendem que a adição de polímeros para dar condições das bombas helicoidais transportarem o lodo, acaba fluidizando esse lodo, o que retrocede o processo, já que são investidos valores elevados no sistema de desaguamento desse lodo, desde o princípio.

“Essa textura mais fluidificada aumenta o volume do lodo e, em consequência, impacta nos custos operacionais para o transporte por tonelada desse material aos aterros. Acrescenta-se a isso os custos adicionais com instalação e manutenção de estação de mistura e dosagem de polímeros”, informa o departamento de bombas de pistão da área industrial da empresa

Público alvo específico

O estande da empresa foi visitado por centenas de pessoas, a maioria profissionais especializados em instalação, operação e manutenção desses sistemas, além de concessionárias de água e saneamento. Por exemplo, as empresas que não são especificamente da área de saneamento, mas geram muito resíduo estão interessadas na prensa de desaguamento.

“A Sabesp assimilou bem essa tecnologia, as vantagens e benefícios, e já utiliza as bombas de pistão em Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) na região metropolitana de São Paulo, como a ETE Parque Novo Mundo. Além disso, estão desenvolvendo outros projetos onde esse sistema será utilizado”, explica Ralf

O estande da SCHWING-Stetter recebeu, além de executivos da Sabesp, visitantes de outras concessionárias, como a Sanepar, do Paraná, o DAE, de Santa Bárbara do Oeste, o SAAE, de São Carlos, a CAERN, de Natal, a CAESB, de Brasília, a Copasa, de Minas Gerais, e Águas Guariroba, do Mato Grosso do Sul.

Processo Bioset transforma o lodo desidratado em lodo classe “A”, fertilizante orgânico.

O higienizador de lodo desidratado desenvolvido pela SCHWING Bioset atraiu o interesse do público na feira. Trata-se de um sistema de alcalinização do lodo para aproveita – lo como fertilizante classe “D” ou corretor de acides do solo para ser aplicado na agricultura, dando direito ao selo verde.

O processo Bioset de transformar o material desidratado em fertilizante através da higienização é exclusivo. Necessita de um espaço pequeno, com apenas 3m de largura por 16m de comprimento e assim que o lodo é higienizado pode ser aplicado como fertilizante na agricultura. O operador em nenhum momento tem contato com o material, é um processo 100% isolado, livre de odores, sujeira, desinfecção e qualquer outro tipo de contaminação.

Todos os agentes microbiológicos e bacteriológicos como coliformes, salmonela e ovos de helmintos são eliminados quando o material é bombeado para dentro do reator, onde existe uma reação exotérmica que o eleva a uma temperatura que varia de 43ºC à 70ºC, por um período de retenção mínimo de 30 minutos (dependendo de cada tipo de lodo), tempo de percurso pelo reator, eliminando completamente todos os patógenos.

Confira mais alguns destaques do estande SCHWING-Stetter na Fenasan 2014:

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