Schwing Stetter

40 anos

Estande da SCHWING-Stetter atrai público na Construction Expo 2013

Enviado em: 20/06/2013 às 11:06:43

Case do projeto Ilha Pura (Vila dos Atletas), no Rio de Janeiro, foi tema do estande que teve maquete da obra e exibição dos equipamentos utilizados no canteiro onde a empresa é responsável por 90% do concreto fabricado nas centrais misturadoras.

Centenas de visitantes compareceram ao estande da SCHWING-Stetter na Construction Expo 2013 – 2ª Feira Internacional de Edificações & Obras de Infraestrutura, para admirar não só o tamanho dos equipamentos expostos no Centro de Exposições Imigrantes, mas para compreender a eficiência deles na obra do bairro Ilha Pura (Vila dos Atletas), no Rio de Janeiro.

O bairro Ilha Pura, fruto da parceria entre a Carvalho Hosken e a Odebrecht Realizações Imobiliárias, promete se tornar referência para o país começando com a construção da Vila dos Atletas que abrigará os atletas Olímpicos e paralímpicos do Rio 2016.

A Schwing é responsável por 90% do concreto fabricado no canteiro. Para cumprir os prazos rigorosos na entrega da obra e atender a alta demanda de produção de concreto de qualidade em curto prazo, o consórcio deu preferência pelos equipamentos SCHWING-Stetter: Central Misturadora para Concreto M2, Auto Betoneiras e das Bombas para Concreto que já fazem parte de 80% dos canteiros de obra espalhados pelo Brasil. O consórcio prepara ainda a instalação de um sistema de reciclagem de concreto, também da marca alemã, que vai reciclar todo o concreto que sobra nas Auto Betoneiras.

Durante a Construction Expo 2013, além de ver de perto esses equipamentos, o público também conferiu uma maquete do canteiro e todo o conjunto de soluções elaboradas pela Schwing, especialmente para a obra. Um vídeo exibia imagens reais do local com dados sobre produtividade.

Os responsáveis por Ilha Pura foram unânimes em afirmar o quanto os equipamentos transformaram a dinâmica do trabalho. Só no mês de abril, o volume de concreto chegou aos 18,5 mil m³, o que significa até 80 m³/hora, número considerado excelente para os padrões de bombeamento. A previsão é de que 430 mil m³ de concreto serão produzidos e consumidos, obedecendo a uma rigorosa política de segurança e qualidade. Até o final do mês de maio foram consumidos mais de 100 mil m³ de concreto.

Encontro com jornalistas

 

O presidente da SCHWING-Stetter, Ricardo Lessa, recebeu aproximadamente 20 jornalistas dos principais veículos especializados de países como Chile, Argentina, Portugal e Brasil para um happy hour. Durante o encontro, Lessa ressaltou a participação da empresa em 80% dos canteiros do Brasil. “Nacionalmente, somos líder de mercado e estamos presentes em obras relevantes para o Brasil”, disse Lessa.

Para o presidente, a nacionalização da marca alemã aliada à qualidade dos equipamentos foi fundamental para posicionar o Grupo no mercado. Com 37 anos de história no País, a Schwing está em quase todas as pequenas, médias e grandes obras brasileiras. Entre as mais conhecidas é possível citar as obras das hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau no Rio Madeira, Belo Monte no rio Xingu; a Usina Nuclear de Angra III; obras de infraestrutura como o Rodoanel de São Paulo, trecho leste e norte, aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, Embraport, em Santos, início da obra do porto de Paraguaçu, na Bahia; além das obras do metrô de São Paulo (Linha 4 finalizada e Linha 5 iniciada), e metrô Linha 4 Sul e BRT, no Rio de Janeiro.

A empresa também foi responsável pelo bombeamento de concreto de praticamente todos os estádios de futebol da copa de 2014, obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, e várias obras também no exterior, a exemplo da ponte Nigale, na Venezuela, do projeto hidrelétrico Ituango, na Colômbia, aeroporto de Quito, no Equador, e muitos outros.

Lessa também comemorou o crescimento de 15% no primeiro trimestre desse ano, mesmo com a baixa expectativa no mercado da construção civil.

Eficiência na Vila dos Atletas

As centrais misturadoras para concreto da SCHWING-Stetter são soluções testadas e aprovadas com mais de mil unidades trabalhando em todo mundo. Cada unidade é instalada se adaptando à realidade dos canteiros com a missão de produzir o concreto no local da obra e não poderia ter sido diferente em Ilha Pura.

As duas centrais instaladas no canteiro do novo bairro serão responsáveis por aproximadamente 90% do concreto utilizado na obra. A central modelo M2 tem a vantagem de ser transportada de forma rápida e instalada facilmente em qualquer local. Com misturador de duplo eixo horizontal e capacidade para a produção de até 94 m³/hora, a M2 foi um dos grandes diferenciais no canteiro da Ilha Pura.

“Nossas centrais instaladas no canteiro da Ilha Pura produzem em 30 segundos o que uma unidade dosadora produziria em sete minutos, permitindo um rompimento de 95% e representando uma economia de 8 a 10% no sistema”, calcula Alan Campezzi, engenheiro da SCHWING.

As centrais misturadoras da SCHWING foram desenvolvidas para obter a maior eficiência e controle de pesagens das balanças, com ciclos contínuos, sem interrupção nas trocas de betoneiras. Além disso, o software que controla a central foi desenvolvido no Brasil, de acordo com as necessidades do nosso mercado.

“Nosso sistema supervisório MC150 BR possui um algoritmo de autocorreção que proporciona dosagens precisas dos insumos, garantindo alta qualidade no concreto produzido, economia significativa e redução de custos”, diz Alan. Um sistema de sensores de correção de umidade em tempo real, instalado nas caixas de agregados, mede a umidade dos materiais e corrige automaticamente as dosagens a cada ciclo, aplicando o corte de água necessário.

“O sistema também possui um plano de manutenção, com diversos dispositivos e peças cadastradas conforme necessidade de verificação e substituição”, explica Alan. “Periodicamente, o sistema emite alarmes que orientam o administrador do equipamento, o qual pode planejar as manutenções e as peças necessárias para reposição, de forma a reduzir o tempo de máquina parada, aumentando a produtividade”, completa.

A central permite ainda a instalação de balanças de microsílicas, gelo, de fibra de aço e de polipropileno de acordo com as necessidades de cada cliente e as especificações de cada obra.
Redução de emissão de C02

Sustentabilidade é uma das preocupações no canteiro de obras da Ilha Pura. O reaproveitamento de resíduos e a diminuição da emissão de gases de efeito estufa são algumas das soluções encontradas para não agredir o meio ambiente.

As duas centrais misturadoras da Schwing foram construídas no local para evitar o deslocamento de caminhões e, com isso, controlar as emissões. Estima-se que seriam necessárias 12.500 viagens de caminhões para transportar todo o concreto produzido até agora na obra. Os 60 mil m³ de concretos produzidos nas centrais evitaram a emissão de 170 tC02e (toneladas de carbono equivalente), o que equivale a queima de 67 mil litros de óleo diesel.

A distância dos fornecedores de insumos é de aproximadamente 7,8 km sendo que, com as usinas dentro da obra, a distância é reduzida para 500 metros. A estimativa da redução esperada para toda a obra será de aproximadamente 2,83 tCO2e/1.000 m³ de concreto produzido na Ilha Pura.

O “show” das Auto Betoneiras SCHWING-Stetter

São 14 Auto Betoneiras presentes no canteiro da marca SCHWING-Stetter. As Auto Betoneiras SCHWING-Stetter possuem controle de rotação e vários estágios de velocidade. O comando é feito de dentro e fora da cabine, sendo possível reduzir a velocidade para evitar a desagregação do concreto. O sistema hidráulico não interfere na estabilidade do equipamento devido à independência do balão em relação ao motor do caminhão.

A tecnologia desenvolvida pela empresa permite que o operador acompanhe, em tempo real, a consistência do concreto dentro do misturador, antes de descarregá-lo na betoneira. Com o sistema é possível demonstrar as diversas fases da produção e sensoriamento, além da emissão de relatórios de diversos modelos.

Outro destaque de eficiência na obra é a Auto Bomba para Concreto SCHWING S 43 SX que é formado por cinco seções e 914 graus de articulação total. A bomba do mastro tem circuito hidráulico aberto onde é necessário menos potência, o que representa economia de combustível e menos emissão de gases.

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