Schwing Stetter

40 anos

Centrais da SCHWING-Stetter produzem concreto da Linha 4 – RJ

Enviado em: 02/10/2013 às 19:10:53

O Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô no trecho entre Ipanema e Gávea, adquiriu duas centrais dosadoras e uma central misturadora, que trabalham com baixa emissão de ruídos e poeira na vizinhança. A SCHWING manteve técnicos na obra orientando sobre a utilização e como obter melhor produtividade.

Centrais Dosadoras SCHWING-Stetter DP60

 

Optar por equipamentos de primeira linha é essencial para quem trabalha numa obra relevante para a sociedade e expressiva para a política da cidade. Sob esse ponto vista, o Consórcio Linha 4 Sul “CL4S” adquiriu duas Centrais Dosadoras DP60 e uma Central Misturadora M2 da SCHWING-Stetter para o concreto a ser utilizado na construção de três estações e sistema de ventilação e saída de emergência.

De acordo com o engenheiro civil David Penna, responsável pela gestão das centrais dosadoras de concreto do CL4S, o concreto está sendo produzido com rígido controle tecnológico. “As centrais são totalmente automatizadas, o operador apenas indica quem é o motorista, o volume, o veículo e as características do destinatário do concreto”, informa. “Elas atendem com eficiência as nossas necessidades, e ainda a SCHWING-Stetter manteve uma equipe no canteiro, até adquirirmos experiência na operação”, completa.

Cabine de Comando e Sistema de Controle e Supervisão das Centrais Dosadoras – DCSystem – Desenvolvido no Brasil

 

A SCHWING-Stetter projetou e desenvolveu as centrais dosadoras para serem de simples utilização, mas de alta precisão na dosagem do concreto, além de fácil mobilização e montagem. Para se ter ideia, o projeto modular das Centrais Dosadoras DP60 adquiridas pelo consórcio permitiram uma montagem do equipamento de acordo com as necessidades do cliente. Elas têm comando automático de operação SCHWING-Stetter modelo DCA System (produzido no Brasil) e silo para armazenamento e dosagem de cimento por gravidade diretamente na balança com capacidade para 70 ton.

Devido à estrutura totalmente aparafusada, proporcionam baixo custo de mobilização, simplificada construção da fundação e rápida montagem do equipamento. Simples, de alta qualidade na dosagem e confiabilidade para a dosagem do concreto, as centrais são ideais para pequenas, médias ou grandes empresas de concreto ou canteiros de obra.

A logística implantada no canteiro de obras do consórcio para o recebimento dos insumos tem sido bem organizada, os fornecedores chegam em horários específicos para evitar transtornos no canteiro e na vizinhança. “As baias de agregados têm sistemas de aspersão de água de modo a conter a emissão de poluentes, buscando sempre uma melhor convivência com a comunidade”, explica David.

Já a Central Misturadora M2 da SCHWING-Stetter trabalha no canteiro da Vila Leopoldina. A unidade produz concreto no local da obra, desenvolvida para se obter a maior eficiência e controle de pesagens das balanças, com ciclos contínuos, e descarga automatizada para Tripper, sistema automático de carregamento das formas de aduela. Além disso, o software que controla a central foi desenvolvido no Brasil, de acordo com as necessidades do mercado interno.

Central Misturadora para Concreto SCHWING-Stetter M2

O sistema supervisório MC150 BR possui um algoritmo de autocorreção que proporciona dosagens precisas dos insumos, garantindo alta qualidade no concreto produzido, economia significativa e redução de custos. Um sistema de sensores de correção de umidade em tempo real, instalado nas caixas de agregados, mede a umidade dos materiais e corrige automaticamente as dosagens a cada ciclo, aplicando o corte de água necessário.

Sistema de Comando e Controle MC150 para Central Misturadora

O sistema também possui um plano de manutenção, com diversos dispositivos e peças cadastradas conforme necessidade de verificação e substituição.

Atenção redobrada

Alguns procedimentos adotados pelo consórcio chamam a atenção devido ao cuidado de não interferirem no bem-estar dos moradores da região do Leblon e Ipanema. Usualmente, os caminhões, utilizam sistema de sirene ao utilizar a marcha ré e isto durante a noite incomodava muito a comunidade. Adaptamos um sistema de câmera com monitor na cabine e luz de ré (tipo estrobo) e desligamos no período noturno a sirene. Assim o motorista pode executar com segurança as manobras em marcha a ré e o estrobo destelha uma luz bastante forte, afim de chamar a atenção de quem por ventura esteja atrás do caminhão.

“A produção atende as necessidades do projeto, sem se descuidar da segurança e bem estar da comunidade”, esclarece o gerente de equipamentos da obra, engenheiro Sergio Braos.

“Outra opção foi pelo enclausuramento das zonas de carregamento e mistura dos caminhões betoneiras, estas zonas são completamente fechadas e monitoradas desde a cabine de comando por câmeras. Durante o carregamento e mistura é que se produz ruídos e lançamento de partículas à atmosfera. O enclausuramento elimina quase por completo o ruído e por restringirmos a área no momento do carregamento, nebolizamos água que “recolhe” as partículas em suspensão. Esta água é enviada ao sistema de separação de sólidos” explica Braos.

“Como o Rio de Janeiro é uma cidade com temperatura elevada, a média anual é de 24ºC, instalamos uma central de água gelada para trabalhar com água 7ºC, aumentando a qualidade e diminuindo a ocorrência de retração”, conta o gerente de equipamentos.

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